A categoria Construtora apresenta como vencedoras em empate quádruplo as empresas Marquise (8,8%), Mota Machado (7,9%), MRV Engenharia (6,5%) e Colmeia (5,6%), considerando as lembranças dos entrevistados na pesquisa Anuário Datafolha Top Of Mind 2026-2027. A situação de empate se dá pela margem de erro de quatro pontos percentuais para mais ou para menos.
Com o resultado, a Mota Machado segue como a maior vencedora da categoria, tendo 10 conquistas em 18 edições. A Marquise foi a 9 vitórias, a Colmeia chegou a 8 e a MRV alcançou 7.
A Colmeia foi a vencedora em 2002, quando a pesquisa “Marcas do Ceará” foi publicada em tal edição do Anuário do Ceará. A construtora teve 11% das respostas.
A Marquise afirma que sua presença entre as mais citadas vem de uma construção que se baseia em reputação, entrega e coerência: “Quem ocupa o centro da estratégia é o cliente, orientando a comunicação e o posicionamento”, conforme Antônio Fernando Guedes, diretor-presidente da Marquise Incorporações.
“A empresa também participa ativamente de eventos relevantes para o desenvolvimento econômico, como a Feira da Indústria, e se insere em momentos de grande visibilidade, como o Réveillon de Fortaleza. Ao integrar inovação, relacionamento, impacto social e consistência na entrega, a marca constrói uma lembrança que vai além do mercado imobiliário e se consolida como referência no Estado”, acrescenta.
A Mota Machado tem 58 anos de mercado, com o desenvolvimento de empreendimentos residenciais e comerciais de alto padrão nas cidades de Fortaleza (CE), São Luís (MA) e Teresina (PI). De acordo com a empresa, o resultado deriva de consistência, credibilidade e compromisso junto ao público.
“Iniciamos nossa trajetória como uma empresa de construção e, com o passar do tempo, evoluímos para nos tornarmos responsáveis por uma marca que traduz tradição e excelência. Temos consciência de que construímos muito mais do que imóveis: entregamos moradias que representam grandes conquistas”, conta Rafaela Machado, vice- -presidente da empresa.
Atuante desde 1979, a MRV atribui o resultado ao impacto social e ao sonho da casa própria, destacando que a realização do primeiro imóvel gera uma conexão emocional forte com o público.
“A percepção de marca é reforçada pela capacidade da empresa em desmistificar o financiamento imobiliário para as classes C e D. Além disso, o próprio histórico de premiações ajudou a manter esse relacionamento próximo”, diz Alessandro Almeida, diretor comercial de vendas do Nordeste na MRV.
Com índices mais baixos na pesquisa ficaram: Queiroz Galvão (2,2%); Construtop (1,8%), que não é uma construtora, mas uma loja de material de construção; Diagonal (1,6%); Moura Dubeux (1,2%); J Machado (1%) e Nossa Senhora de Fátima - já fora do mercado - com 1%.
Considerando as classes A e B, as porcentagens se comportaram da seguinte forma: Mota Machado (14,3%), Marquise (11,5%), MRV Engenharia (7%), Colmeia (7%), Moura Dubeux (1,9%), Diagonal (1,9%), Queiroz Galvão (1,9%) e C. Rolim Engenharia (1,9%).
Analisando a população geral, 39,6% não souberam informar o nome de alguma construtora. Em 2025, foram 40,9%. Nas classes A e B, a porcentagem que não soube informar um nome foi de 24,4% (22,6% em 2025).