Representação Parlamentar

Os mais influentes na Assembleia Legislativa

O presidente da Assembleia Legislativa, José Albuquerque (PDT), é o deputado estadual mais influente da Casa desde 2013, ano em que assumiu o cargo. Este ano volta ao topo do ranking com dois votos a mais que ano passado, sendo indicado 28 vezes. Zezinho Albuquerque, como também é conhecido, foi reeleito em 2016 para presidir a Casa pela terceira vez consecutiva.

Zezinho está à frente da campanha Ceará sem Drogas, que pretende mobilizar a sociedade cearense em torno da prevenção e do enfrentamento à dependência química.

O líder do Governo na Assembleia Legislativa, Evandro Leitão (PDT), recebeu 23 indicações e ocupa o segundo lugar no rankeamento, mesma colocação da pesquisa de 2016, quando recebeu 22 votos. Foi eleito deputado estadual em 2014, sendo o 12º candidato mais bem votado entre os 46 eleitos.

Em terceiro lugar está o deputado Roberto Mesquita (PSD), que foi citado por 13 colegas. Na edição anterior, obteve sete votos a menos e ficou em sexto lugar, subindo, assim, três posições na pesquisa deste ano. Em seguida, aparece Tin Gomes (PHS), que obteve 12 votos e ocupa o quarto lugar.

Deputado estadual mais votado no Ceará do pleito de 2014 e ex-candidato à Prefeitura de Fortaleza em 2016, Capitão Wagner (PR) – que já havia ocupado cadeira como suplente – foi apontado sete vezes pelos companheiros de Casa. Mesmo com dois votos a mais que na edição passada, permaneceu na quinta posição no levantamento realizado pelo Anuário do Ceará.

Heitor Férrer (PSB) e Sérgio Aguiar (PDT) dividem a sexta posição, com cinco votos cada. Sérgio Aguiar, em seu terceiro mandato consecutivo na Assembleia, estava em terceiro lugar na pesquisa passada, com 12 votos. Já Heitor permanece com a mesma quantidade de votos do ano passado.

Dra. Silvana (PMDB), Elmano de Freitas (PT), Fernando Hugo (PP) e Renato Roseno (Psol) foram lembrados, cada um, por quatro parlamentares. Roseno e Elmano obtiveram a mesma quantidade de indicações no levantamento anterior, ocupando a sétima posição.

Dos 46 parlamentares, 23 receberam indicações e 23 não receberam voto. Do total, oito conquistaram apenas uma ou duas indicações dos colegas. Um deputado optou por não votar, e outro, votou em apenas um colega. Dois parlamentares apontaram somente dois nomes.

A votação é secreta e os deputados não podem votar em si mesmos. Os dados apresentados foram coletados entre abril e maio de 2017.